sexta-feira, 4 de junho de 2010

Hummm!!! 5 e pouco da manhã...???

A coisa vai arrancar...
Bem, na verdade, começou já há meia-hora...
Afinal, ir de fim-de-semana longo e especial também tem o seu quê de duro, hã?
Que raio, até havia aviões um nadinha mais tarde... não era preciso irmos em sofrimento!!!
:)

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Um dia sensacional!!!

Por vezes, acho que não nos apercebemos o suficiente do quão bom é usufruirmos da companhia uns dos outros, sem que para isso seja necessário ter uma qualquer razão, absolutamente extraordinária...

Porque não, então, procurarmos descansar mais vezes na simplicidade da melhor razão de todas: o desejo afectuoso de estarmos juntos!?



Delvane e Sandra, "ganda" dia... muito gratos a Deus por vós!!!

quinta-feira, 4 de março de 2010

Ultimamente...

Pois... é verdade que isto por estas bandas não tem estado famoso e até vejo as vossas carinhas preocupadas a perguntar se está tudo bem ou a pensar que estamos desanimados...
Nada disso, isto por aqui está óptimo, apenas... sem nada extraordinariamente interessante para contar...
E como não é nosso hábito "postar" coisas desinteressantes... ;-)
Mas vai com certeza acontecer algo interessante este mês... espero eu.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Isto tem andado "curto"...

...talvez, porque se anda mais atento ao receber!?!?!?
:-)

sábado, 14 de novembro de 2009

Um texto sem a letra "A". Isto é possível?

É possível sim...

Sem nenhum tropeço posso escrever o que quiser sem ele, pois rico é o português e fértil em recursos diversos, tudo isso permitindo mesmo o que de início, e somente de início, se pode ter como impossível.

Pode dizer-se tudo, com sentido completo, como se isso fosse mero ovo de Colombo, desde que se tente. Sem se inibir, pode muito bem o leitor empreender este belo exercício dentro do nosso fecundo e peregrino dizer português, puríssimo instrumento dos nossos melhores escritores
e mestres do verso, instrumento que nos legou monumentos dignos de eterno e honroso reconhecimento.

Trechos difíceis resolvem-se com sinónimos.

Observe-se bem: é certo que, em se querendo, esgrime-se sem limites com este divertimento instrutivo.

Brinque-se mesmo com tudo.

É um belíssimo desporto do intelecto, pois escrevemos o que quisermos sem o "E" ou sem o "I" ou sem o "O" e, conforme meu exclusivo desejo, escolherei outro, discorrendo livremente, por exemplo sem o "P", "R" ou "F", o que quiser escolher. Podemos, em corrente estilo, repetir um
som sempre ou mesmo escrever sem verbos.

Com o concurso de termos escolhidos, isso pode ir longe, escrevendo-se todo um discurso, um conto ou um livro inteiro sobre o que o leitor melhor preferir.

Porém, mesmo sem o uso pernóstico dos termos difíceis, muito e muito se prossegue do mesmo modo, discorrendo sobre o objecto escolhido, sem impedimentos.

Deploro sempre ver moços deste século inconscientemente esquecerem e oprimirem hoje o nosso português, culto e belo, querendo substituí-lo pelo inglês. Porquê?

Cultivemos o nosso polifónico e fecundo verbo, doce e melodioso, porém incisivo e forte, messe de luminosos estilos, voz de muitos povos, escrínio de belos versos e de imenso porte, ninho de cisnes e de
condores.

Honremos o que é nosso, oh moços estudiosos, escritores e professores!

Honremos o digníssimo modo de dizer que nos legou um povo humilde, porém viril e cheio de sentimentos estéticos, púgil, de heróis e de nobres descobridores de mundos novos!

Autor: Desconhecido.